
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Alta velocidade.

domingo, 15 de junho de 2008
O otário e o esperto.

terça-feira, 10 de junho de 2008
AMA-ZONA

Estão dizendo por aí “que é” lugar sem dono, lugar de um dono, lugar de donos desconhecidos e até de vários donos.
Estão dizendo por aí que a Amazônia é uma zona, aquela mesmo das antigas noites de putaria.
"O que é isso Alexandre, que palavreado mais feio "!
Não é feio não! A putaria é definida entre outras formas como; prática grupal mais ilícita do mundo, obscura, envolvente, secreta, explícita e pela disseminação de enfermidades.
A zona, da Amazônia, não foge desse segmento. Lá, todo mundo quer participar, opinar, sugerir uma nova posição, se colocar com jeitinho.
Estrangeiros compram latifúndios em reservas; editoras desenham o mapa brasileiro com um déficit de 700.000 Km2 de território; japoneses patenteiam o cupuaçu; europeus transbordam a maior bacia fluvial do mundo com suas ONGs " voltadas ao trabalho humanitário e solidário " - curioso o tão carente sertão nordestino não ser tão bem servido de ONGs -; Obama em seu discurso de campanha alerta que o mundo não pode permitir a destruição desse patrimônio da humanidade, tendo o Brasil que aceitar demais países auxiliando na região, entre outras milhares de notícias e fatos bizarros que eu como cidadão brasileiro, filho da Amazônia, nascido no norte do estado de Mato-Grosso e você nascido seja lá onde for, somos obrigados a ouvir e nos preocupar.
A enfermidade chega logo depois, depois do lugar que não era de ninguém passa a ter dono. Com o remédio o presidente Lula, tal como um Ministro de Saúde tem que tomar uma posição e estabelecer planos de controle e vacinação antes que o mal se alastre.
O remédio talvez seja a prevenção, talvez seja a atenção, talvez seja colocar uma camisinha na Amazônia, pois muitos pensam: " que se fo...a "!
Não é bem assim, e a tal soberania nacional ?
Lula retrucou: " do Brasil, cuidamos nós brasileiros ".
Parabéns Lula! Sem mais.
Dia 13 – Dia dos Namorados.
Dizem que 13 é número de azar. Será? O velho Lobo, Zagallo, poderia desmentir essa lenda urbana com sua perna esquerda de ouro. É claro que o sucesso não depende só das suas crenças. Não se conquista nada ficando parado. Vocês entendem? Uma conquista é fruto de um lento e exaustivo exercício para se atingir um objetivo. E, não aquela história de que o sujeito tem sorte ou, Deus quis que fosse assim. Certa vez, já vou me adiantando pedindo desculpas por não lembrar dos nomes, li em algum lugar uma passagem interessante onde o jornalista afirmava para um escritor: - “O senhor é um gênio!”. Responde o “gênio”: - “Não sei porque as pessoas me chamam de gênio. Me dedico a escrita há mais de 28 anos, 14 horas por dia”. Mesmo assim, é mais fácil e cômodo classificarmos as pessoas como gênias e, com uma fézinha: Ah, Deus quis que fosse assim.
domingo, 8 de junho de 2008

Os equívocos psicológicos da torcida corintiana!
Somos inteligentes o bastante para inventar justificativas que nos são caras.
Era notável a alegria corintiana enquanto o jogo seguia em seu confortável resultado: 3 a 0. Mas, a vida e/ou o futebol é, todavia, uma caixinha de surpresa. Sendo assim, o leão de Recife, decidiu colocar as garras de fora conseguindo arrancar um golzinho que mudou toda história psicológica dos dois times. Vamos fazer um minuncioso tira teima mental do resultado do jogo e, mais especificamente, do gol no final da partida do Sport:
Mano Menezes sabia da importância de abrir uma boa vantagem em casa. A torcida corintiana, também. Afinal, na Ilha do Retiro, o Sport tem um retrocesso de grandes vitórias na Copa do Brasil, ou melhor, de aplicar goleadas desconcertantes. Palmeiras, Internacional e Vasco sentiram o gostinho da derrota na toca do leão.
Sabendo de toda a dificuldade do segundo jogo, o discurso pós jogo parece ter sido "ensaiado" direitinho pelos corintianos. Vejo esse 'discurso tendencioso', como um viés de confirmação - fuga psicológica. Vejamos se estou certo?! Com todos e em todos os lugares que escutei o 'discurso tendencioso' o âmago da mensagem era: - "Ainda bem que tomamos o gol no final, caso contrário, o timão entraria para a segunda partida morno, de salto alto". Agora, sabemos que isso é uma desculpa esfarrapada. Afinal, a vantagem agora é menor e ganhar lá é complicadíssimo. Então, analise comigo o seguinte pensamento. É difícil encontrar alguém que não tenha opiniões preconcebidas. Por exemplo, observemos o comportamento humano no mundo dos investimentos: é mais provável que o investidor busque informações que confirmen sua idéia inicial a respeito de um investimento em vez de fatos que contradigam sua opinião. Resumindo: somos tendenciosos as nossas idéias preconcebidas e ponto final. E, ainda afirmo: - a maioria de nós é inteligente o bastante para inventar justificativas para salvar idéias que nos são caras. É óbvio, o 'discurso tendencioso' - ainda bem que tomamos o gol - é uma justificativa muito barata para o tamanho da realidade: o gol do Sport. Como o ser humano é curioso, consegue elaborar planos para enganar a ele mesmo. Que coisa, não?! É claro, que ainda faltam 90 minutos e ninguém ganhou nada. Mas, vangloriar o gol do Sport no final é uma verdadeira burrice da torcida corintiana!
Não só no futebol somos tendenciosos a tudo e a todos. É só parar e pensar um pouquinho. Garanto que do computador não vai sair fumaça! Ou vai continuar fazendo fugas psicológicas?!
quinta-feira, 5 de junho de 2008

2004 - Nem faz tanto tempo assim.
Conversando com minha amiga, Isabella, conectei meu cérebro há um arquivo que nem faz tanto tempo assim. Dentre os deliciosos assuntos que discorremos um, além da boa lembrança, me fez pensar em como a tecnologia evoluiu rapidamente. Não era pra menos! Enfim, Isabella e eu estávamos lembrando da viagem em que fizemos, junto com a sala dela, para Teodoro Sampaio, em 2004. A atração da viagem era desbravar o temido e assustador 'morro do diabo'. Muitas histórias e lendas dormiam - reparem, dormiam - no topo do morro e, por tal sonolência, garanto a vocês que nenhum fenômeno paranormal aconteceu. Nenhum espírito vermelho apareceu pra gente contar história. Que pena! Mas, as fotografias registraram as emoções vividas no topo do morro, na qual, Isabella guarda-as com todo carinho. Empolgado para ver as fotos, fui logo pedindo para me enviar as fotos. Foi em vão. Minha empolgação foi trucidada com as categóricas e bem lembradas palavras de Isabella: - Naquela época não tinha máquina digital. Era pobre ainda! Por um momento, tivemos a mesma reação esquisita: 2004 - Nem faz tanto tempo assim.
Salve, salve a nossa tecnologia. O que seríamos sem ela e o que seríamos se o mundo ainda pensasse de forma analógica?
Sei lá...
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Ah! O domingo...
